segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

O senso comum e o ovo da serpente - por Edson Santos

 
Antes de chegarem ao poder na Alemanha, os nacional-socialistas formaram milícias para fazer “justiça” com as próprias mãos em suas vizinhanças. Primeiro bateram nos bandidos, e as pessoas “de bem” aplaudiram. Na sequência bateram nos homossexuais. Ninguém reclamou. Depois foram os ciganos, os imigrantes, os comunistas, num processo crescente de violência que culminou com o extermínio de seis milhões de judeus por meio da máquina de extermínio étnico mantida pelo Estado nazista. Sem falar em outras dezenas de milhões de mortes causadas pelo conflito.

Além das cinzas das cidades e países arrasados, restou a lição de que um pequeno mal, quando não detido a tempo, pode se transformar numa grande tragédia. Naquele momento de radicalismo, pequenos grupos de justiceiros foram capazes de desencadear um processo que levou a uma carnificina sem precedentes na história da humanidade.

Execuções em praça pública, linchamentos e patrulhas de “justiceiros” são práticas incompatíveis com o Estado democrático de direito que, a duras penas, conseguimos instituir em nosso país. É absolutamente lamentável ouvir e ler a defesa que algumas pessoas vêm fazendo deste tipo de ação extremista, fascista, cada vez mais frequente no Brasil. Gente que se considera “de bem”, e que aplaude sem constrangimento a violência contra assaltantes, negros, mendigos, gays e outros classificados como “gentalha” ou “lixo humano”.

Houve até âncora de telejornal e articulista de revista que se valeu da chancela da liberdade de imprensa para fazer apologia e incitação à violência.

Obviamente, não advogamos em favor dos bandidos. Quem rouba, assalta, trafica, sequestra, estupra ou mata merece a cadeia e todo o rigor da lei. Nada menos, nada mais. Não temos, em nosso código penal, penas de morte, tortura, linchamento ou outros castigos medievais. Quem transgredir as leis deverá ser preso pela polícia e julgado pela Justiça, com direito à ampla defesa e respeito à integridade. Caso venha a ser condenado, que cumpra a pena em condições que possibilitem sua ressocialização.

Essa escalada de violência à margem da lei precisa ser combatida com determinação pela sociedade e pelo Estado, em todas as suas esferas. Continuar por esse caminho é seguir rumo à barbárie. Não podemos viver num país em que as pessoas acreditam na vingança. Olho por olho e o mundo acabará cego, disse Mahatma Gandhi, mais atual do que nunca.

Infelizmente, com as policias e os tribunais que temos, prevalece no senso comum um sentimento de impunidade que acaba se voltando, com maior intensidade, para aqueles que são inimputáveis: os jovens infratores, negros em sua maioria. É aí que a ação de “justiceiros” e milicianos suscita um debate mais profundo e igualmente urgente para a consolidação da democracia e dos direitos sociais e individuais no Brasil. O Poder Público tem a obrigação de se habilitar para oferecer uma política de assistência social e enfrentamento à violência na infância e adolescência que, de fato, faça frente ao tamanho do problema.

A Declaração Universal dos Direitos da Criança não dá margem a interpretações dúbias. Toda criança tem direito à igualdade, sem distinção de raça, religião ou nacionalidade. Toda criança tem direito à especial proteção para o seu desenvolvimento físico, mental e social. Toda criança tem direito à moradia, à educação e à assistência médica adequada. Tem o direito de ser protegida contra o abandono e à exploração. E, acima, de tudo, toda criança tem direito ao amor e à compreensão por parte dos pais e da sociedade. E quando a criança não tem tudo isso garantido pela família, é ao Estado que cabe a tarefa de assegurar os seus direitos, permitindo que cresça num ambiente de solidariedade, compreensão e justiça.

Atualmente, no entanto, nossos abrigos e instituições de “ressocialização” de menores são verdadeiras fábricas de marginais. O garoto entra porque praticou um pequeno furto e sai graduado em várias especialidades de crimes. Não dá para continuar assim. Muita coisa precisa ser revista. O primeiro passo é interromper a escalada de manifestações irracionais de intolerância e violência que hoje assombram o país. Somos todos responsáveis pelo futuro do Brasil.

Deputado Edson Santos (PT/RJ)

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

PATROCÍNIO PARA PROJETOS 2014.

A Fulltime Produções  Culturais está precisando de projetos aprovados na lei Rouanet e Proac-ICMS para encaminhar a patrocinadores. No caso da lei Rouanet o patrocínio é de R$ 400.000,00 e podem ser projetos de qualquer natureza.  No caso do Proac estamos aguardando confirmação e os projetos já podem ser  enviados para análise. Alguns projetos já enviados estão sendo trabalhados.
Os projetos deverão ser enviados para fultime@fultime.com.br e site www.fultime.com.br
 
Prezados  produtores e proponentes com projetos aprovados.
(Não atendemos via redes sociais. Atendemos apenas por email)

Mais informações após envio do projeto.

domingo, 1 de dezembro de 2013

Notícias III CNC - A III CNC tem recorde de participação

Nesta terceira edição, 953 delegados representaram as mais de 3,5 mil cidades de todo o país em que foram realizadas as etapas municipais e estaduais, mais as Conferências Livres organizadas por diversos setores da sociedade civil.

O resultado final registra um crescimento progressivo, uma vez que, na primeira edição, em 2005, 1.192 municípios estiveram envolvidos e representados na etapa nacional, e, na segunda edição, em 2010, 3.071 municípios de todas as regiões do país participaram.
No gráfico, números gerais sobre a III CNC.

total

Desse total de participantes, há  predominância feminina, com 57%, e 43% de público masculino.
A participação regional na terceira edição marcou a conquista de maior equilíbrio. A região Nordeste foi a que teve maior número de representantes, seguida pelas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Sul e Norte.

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       A ‘ascensão’ nordestina

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Para Mãe Beth de Oxum, coordenadora do Ponto de Cultura Coco de Umbigada, em Olinda (PE), integrante do colegiado de Culturas Afro-brasileiras, e que participou das três edições da CNC, o crescimento da participação nordestina no maior evento político da cultura nacional se deve a uma soma de fatores: organização e articulação entre  artistas e produtores culturais da região (principalmente, os que representam a cultura das matrizes populares); acesso às mais variadas tecnologias, que propiciou uma melhor comunicação e, por consequência , mais chances de mobilização.
A partir disso, diz Mãe Beth, também a unidade de articulação resultou na conquista de mais assentos nos conselhos de cultura em todas as instâncias governamentais, ampliando o diálogo, a representatividade e, assim, as conquistas.
Ela também cita a importância do programa Cultura Viva, a partir do qual o governo federal empoderou representantes populares da cultura, o que representou uma conquista mais do que especial para a região Nordeste.

sábado, 30 de novembro de 2013

Notícias III CNC - Sistema Nacional de Cultura chega até o fim do ano a todos Estados...

Até o fim do ano, 100% dos Estados brasileiros terão aderido ao Sistema Nacional de Cultura (SNC), modelo de administração participativa, criado pelo Ministério da Cultura (MinC) com o objetivo de tornar a gestão da cultura mais eficaz, planejada e com melhor uso dos recursos públicos.

III CNC começa com debate sobre democracia e metas do PNC


O primeiro dia da III Conferência Nacional de Cultura (CNC) foi marcado pelo debate sobre "Os desafios do Sistema Nacional de Cultura (SNC)". Na tarde desta quinta-feira, 28, em Brasília, os 1,5 mil participantes tiveram a oportunidade de discutir amplamente o tema, que rege o encontro em 2013. Integrante da mesa principal, o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, destacou a importância da realização de conferências com a participação da sociedade civil para a democracia.
"Até 2002 foram realizadas apenas 27 conferências no Brasil, e apenas 87 de 2003 até hoje. Chegaremos ao final de 2014 com 111. Com elas, temos conseguido ultrapassar os limites da mera democracia formal, dando espaço e voz aos setores populares que, por muito tempo, tiveram suas demandas reprimidas", afirmou.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

PATROCÍNIO PARA PROJETOS 2013 / 2014.

PATROCÍNIO PARA PROJETOS 2013 / 2014
 
A Fulltime Produções Culturais e a Patrocine Cultura estão aceitando e cadastrando projetos já aprovados em leis de incentivos Rouanet, Proac, Esporte, Ancine e outras leis. Os projetos aprovados deverão ser encaminhados para fultime@fultime.com.br
Os projetos com temas sobre esporte e copa poderão ser enviados no mesmo email. Projetos já cadastrados na Fulltime deverão ser solicitados prorrogação junto ao órgão governamental  responsável e nos comunicar.
 
Att
 
FULLTIME – PRODUÇÕES CULTURAIS
PATROCINE CULTURA
www.patrocinecultura.com.br

PROGRAMAÇÃO DA III CONFERÊNCIA NACIONAL DE CULTURA


Programação da III CNC 

27/11 (quarta-feira) – Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Villa Lobos

19h30 às 22h – Cerimônia de Abertura
28/11 (quinta-feira) – Centro de Eventos Brasil 21
08h30 às 18h – Credenciamento
10h às 13h – Plenária – Aprovação do regulamento da Conferência
13h às 15h – Almoço
13h às 15h – Tenda da Cidadania: Apresentações culturais no Território Livre
15h às 16h – Plenária – Painel “Os desafios do Sistema Nacional de Cultura
16h30 às 18h30 – Plenária – Debate sobre o Painel
19h às 21h – Jantar
18h30 às 23h – Tenda da Cidadania (Feira Cultural, Exposição Circuito Cultura Viva e Programação Artística):
20h – Camerata de violões de Barro Alto (GO)
20h40 – Emanuel Marinho (MS)
21h – Yamandu Costa (RS)
21h50 – Orquestra Só Mulheres (PE)

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

DOAÇÕES DE MOVES

PESSOAS,

NOSSA SEDE DA GALERA DO ROCK NO BAIRRO DO RIO DAS PEDRAS ESTA PRECISANDO DE DOAÇÕES DE MOVES E O QUE MAIS PODEREM SER DOADO (TEMOS COMO IR PEGAR)

CONTATOS
(21) 9243-1324 (claro) / 8140-2262 (tim)

https://www.facebook.com/RockeirosDoPinheiroEmAcao

QUEM PODER AJUDAR

MUITO AGRADECIDO

LEANDRO OLIVEIRA

FIRJAN e SICAV-RJ realizam seminário e lançam novo curso para a indústria audiovisual.

O Sistema FIRJAN, através do Instituto Euvaldo Lodi (IEL do Rio), em parceria com o Sindicato Interestadual da Indústria Audiovisual (SICAV-RJ), promove no dia 26 de novembro, das 15h às 17h, o seminário “O Negócio do Audiovisual em Tempo de Transformações”. O objetivo é debater as transformações provocadas pelas inovações tecnológicas, sociais e regulatórias em andamento, e as mudanças que essa nova realidade exige no negócio do audiovisual.

No encontro também será feito o lançamento do curso de Educação Executiva do IEL do Rio para os empresários do setor audiovisual, realizado em parceria inédita com a Escola de Cinema Darcy Ribeiro (ECDR).

O curso é uma iniciativa do SICAV-RJ e tem como objetivo preparar os empresários do setor audiovisual em novas técnicas de gestão e inovação para que sejam aproveitadas as oportunidades abertas pela Lei de Serviço de Acesso Condicionado – Lei 12.485/11, que determina que os canais de TV por assinatura reservem parte de sua programação a conteúdos brasileiros, para promover a cultura brasileira e estimular produções independentes e regionais.

De acordo com o SICAV, o Rio de Janeiro é o maior produtor de filmes do país, responsável por cerca de 70% da produção nacional.

As inscrições são gratuitas. Mais informações pelo telefone do sindicato (21) 2513-4555 ou pelo e-mail: sicavrj@sicavrj.org.br .
Programação:

15h às 16h30 – Seminário
Silvia Rabello, SICAV (moderadora)
Claudio D´Ipolitto, InoveLab (coordenador acadêmico)
Ligia Diogo, Segunda-Feira Filmes
Helena Sroulevich, Caribe Produções
Paulo Mendonça, Canal Brasil

16h30 – Apresentação do programa do curso “O Negócio do Audiovisual em Tempo de Transformações”

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

FALTA CONSIDERAÇÃO E RESPEITO A UM VOLUNTARIO NOS JOGOS INDÍGENAS 2013.


Até onde vai o respeito pelo outro? Até quando o ensinamento cristão, da doutrina nos ensinados dês do nosso nascimento, amais uns aos outros ou não faça com o outro o que não queres que faça com você?
Pois bem, com esses questionamentos que narrarei meus dia de VOLUNTARIO NOS JOGOS INDÍGENAS 2013.

Cheguei em Cuiabá, cidade sede de 2013 as 16hs, logo notei que não havia ninguém do evento me aguardando, depois de uma hora localizei junto a alguns indígenas 2 carros que estavam fazendo o transporte, mais fui informado que eu não poderia ser conduzido para a sede do evento naqueles carros, consegui fala com o responsável pelo transporte e ele me disse que já estaria enviando um transporte para me pegar, as 23hs eu anda estava aguardando no aeroporto, as 23:45 consegui identificar uma pessoa do evento, fui falar com ele que eu estava aguardando dês das 16h da tarde, ele disse que estava ali para pegar uns convidados internacionais, que iria ver o que poderia fazer por mim, até que ele disse que iria fazer esse favor de me levar para o lugar onde eu iria ficar.

sábado, 9 de novembro de 2013

NOTA DE ESCLARECIMENTO ACERCA DA MOSTRA SESC CARIRI DE CULTURAS E A GUERRILHA DO ATO DRAMÁTICO



A Prefeitura Municipal do Crato vem informar acerca de entrevista concedida pelo Presidente do Sistema FECOMÉRCIO, Luiz Gastão Bittencourt, que mantivemos sempre, desde o início das conversas, acerca do apoio do Município a Mostra SESC Cariri de Culturas, uma postura de conciliação, apoio e parceria tendo em vista o bom desenvolvimento da mostra e a ampliação dos eventos culturais na cidade.
Afirmamos que:
1. A Prefeitura Municipal do Crato decidiu apoiar a 5ª  Guerrilha do Ato Dramático, evento que congrega cerca de 30 companhias de teatro do Crato, do Cariri e de outras regiões do Ceará, divulgando e abrindo espaço para o teatro cratense e caririense. O apoio à Guerrilha do Ato Dramático se deu como parte de uma ação da Secretaria de Cultura e do Governo Municipal visando estimular as manifestações culturais locais. A Prefeitura do Crato sempre apoiou a Guerrilha, desde a sua primeira edição, em 2009, apenas continuamos a dar apoio ao evento tipicamente cratense.
2. Desde o início das conversas entre a Prefeitura e o SESC, a instituição, na pessoa de seu presidente, Luiz Gastão Bittencourt, se pronunciou afirmando que caso a Prefeitura desse apoio à Guerrilha do Ato Dramático, eles retirariam a Mostra SESC do Crato. O chefe de Gabinete, Cristiano Meira Leitão, foi um dos responsáveis por articular essas negociações e sempre colocou claramente que a Mostra SESC teria o apoio necessário para realizar eventos em Crato. A Prefeitura mostrou interesse em ter a Mostra em nossa terra e apresentou várias alternativas e espaços para que a Mostra SESC acontecesse em Crato, cidade onde nasceu o evento.
3. Em contato telefônico com o próprio Luiz Gastão Bittencourt, o chefe de Gabinete Cristiano Meira Leitão, foi surpreendido com a afirmação de que “não existe negociação se apoiarem a Guerrilha”. A Prefeitura entende que a Mostra tem sua importância, assim como, a Guerrilha do Ato Dramático. Os dois eventos não se excluem e fazem parte do calendário cultural do Crato e do Cariri.
4. Para a prefeitura do Crato estes são dois eventos importantes, e que já vinham acontecendo de forma concomitante sem que tivesse ocorrido qualquer problema envolvendo a cidade e os dois eventos. Causa estranheza a atual gestão, a Mostra SESC se sentir ameaçada pela Guerrilha do Ato Dramático e retirar suas atividades da terra da cultura.
5. A Prefeitura não pode se responsabilizar em decidir qual evento seria realizado, já que são dois eventos culturais feitos por instituições de caráter privado, sem qualquer ingerência da administração municipal. Nosso papel é o de apoiar e ser parceiro destes eventos.
A Prefeitura do Crato reafirma seu compromisso com a cultura, com eventos como a Mostra SESC e a Guerrilha do Ato Dramático, e com as manifestações culturais da nossa gente. Iremos continuar apoiando todas as manifestações e eventos que contribuam com nossa cidade e nosso povo.
Crato (CE), 07 de novembro de 2013.

PREFEITURA MUNICIPAL DO CRATO
GABINETE DO PREFEITO

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Analisando o comportamento de Justin Bieber em breve passagem pelo Brasil:





O JB, Mal chegou ao Brasil e foi direto contratar prostitutas pra lhe fazerem companhia e orgias com seus amigos, afinal é essa a imagem que ele como gringo tem do país: Um lugar para explorar o turismo sexual. Foi expulso do Copacabana Palace por desrespeitar as regras do Hotel que proíbe prostitutas, e por isso deu um chilique quebrando objetos do quarto. Atrasou mais de 1h para começar seu show em SP cheio de playback e mostrou total falta de respeito com seus fãs ao abandonar o palco sem cantar seu único grande hit só porque um único fã no meio de milhares jogou algo no palco (alguns acham que foi uma garrafa, porém muitos afirmam que era um CD de presente para ele, o que é mais provável. Suas fãs que pagaram cerca de 3 mil reais para conhecê-lo e ter um momento com o ídolo, só tiveram 2 segundos para tirar uma foto pra depois serem empurradas por seu segurança como se fossem gado. No RJ saiu de madrugada para cometer o crime de vandalismo ao pichar muros em São Conrado. Jogou pedras, mandou seus seguranças agredirem e fez gestos obscenos para fotógrafos que estavam trabalhando. Seus seguranças tentaram arrancar a chave do carro dos fãs que estavam seguindo o carro de JB, mas como não conseguiram, furaram o pneu do carro dos fãs. Justin Bieber surtou e gritou para um grupo de fãs brasileiros: "VOCÊS SÃO OS PIORES FÃS DO MUNDO!" ... Isso tudo aconteceu graças a esses seus fãs que abastecem seu ego, seu sucesso e sua conta bancária, esses são os grandes culpados, fãs que aceitam a humilhação de serem tratados como lixo por esse artista mimado que acha que o mundo gira ao seu redor. Ele é apenas mais um artista de um único hit (Sim, pois um verdadeiro Hit é uma música conhecida por todo mundo, inclusive por quem não é fã e não acompanha sua carreira. Portanto, Hit mesmo é somente "baby" que é a única música que eu, meu filho, a empregada, o porteiro e todos conhecem) Justin Bieber se destacou por ser bonitinho e ter feito sucesso muito novo, mas artisticamente é apenas uma versão solo de uma boy band, algo que sempre foi um conceito mercenário concebido por gravadoras como um produto descartável para ganhar dinheiro fácil e rápido. Usam os apelos da beleza, do visual e do marketing aliado a canções pops de refrões chicletes, em harmonias simples de fácil assimilação, para um público infantil e pré-adolescente que são alvos fáceis por serem pessoas ainda em formação, sem vivência, experiência e argumentos para questionar e analisar o conteúdo artístico, a qualidade e as atitudes do artista. E assim segue o mercado transformando seres estúpidos e arrogantes em suas celebridades amadas e idolatradas.
Ao meu ver tratou o Brasil exaltamento como é vendido lá fora, só faltou dizer que a capital do Brasil é Buenos Aires, e que animais selvagens andando soltos pelas ruas. Faça um gentileza a nos Brasileiro, vá e fique bem no seu mundinho, mais fique bem longe do Brasil, nos não precisamos importar lixo musicas, já temos o suficientes por qui no Brasil.


Leandro Oliveira

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Iº Seminário de Cultura de Alhandra - PB.











O que podemos fazer por nós mesmo?

A questão da preservação da tradição da Jurema na cidade de Alhandra, tem que ser feito por todos, a Jurema não tem nem pode ser visto apenas como um mecanismo religioso, e sim como um bem Imaterial de Alhandra, reconhecida internacionalmente, a questão da preservação é uma obrigação de todos, sendo uma obrigação de preservação pelos órgão públicos, moradores e praticantes desta tradição. 

Outra coisa que tem que ficar bem claro, a Jurema não tem um dono, donos, são todos os seus praticantes e defensores, ninguém fora os senhores mestres da Jurema podem se intitular dono de uma tradição centenária, chega ser bizarro alguma pessoas se intitular dono ou detentor dos sabres desta tradição e ao mesmo tempo todos são donos com a obrigação em conjunto de proteger essa tradição, nesse momento tão delicado em que a Jurema se encontra é hora de deixar o ego de lado, e lutar sim cada dia mais já que a temos consciências de que não lutarmos a cada dia, a Jurema corre o risco de ser extinta pela intolerância religiosa.

A premiação de Mãe Biu é uma grande marco para a questão da renovação e preservação da Jurema, o reconhecimento de uma mestra por um órgão federal tão importante como é o Ministério da Cultura, é para termos a certeza de que cada dia devemos cada vez mais cuidar e zelar por essa tradição.
Mãe Biu ganhou um título, mais quem ganha mesmo é a jurema e a cultura popular brasileira, que deve ser protegida e fortalecida a cada dia.

Leandro Oliveira
Membro do Conselho Nacional de Culturas Setorial Cultura Populares.
Produtor Cultural – Bacharel em Ciências Social com Ênfase em produção e Políticas Cultural IUPER/UCAM.