quarta-feira, 16 de outubro de 2013

MinC lança mais 2 novos editais.

Foram apresentado e lançado agora pouco aqui em Brasília 2 novos editais para a área de cultura, o primeiro é o edital de fomento à produção, difusão,distribuição de livros em formato acessível.

o segundo é edital de acessibilidade em bibliotecas publicas.

bem isso pra mim já é uma coisa feita a muito tempo pelo Secretario de cultura do Amazonas, Dr. Róberio Braga, que alias já faz um belíssimo trabalho sobre a questão de acessibilidade nos mecanismos de culturas do estado, isso ainda inclui a bibliotecário braille e um estúdio onde produzem os áudios livros.

demorou mais chegou...

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

A ministra Marta Suplicy defendeu na manhã de hoje (3) Mais recursos do Pré-Sal para a Cultura


Cultura fortaleça fontes de financiamento a partir de recursos do Pré-Sal (reservas de petróleo a serem exploradas no litoral brasileiro). Lançou aos participantes do Encontro de Culturas Populares e Tradicionais 2013, evento que acontece no Sesc Itaquera, Zona Leste da capital paulista, que façam uma proposta a ser debatida na 3ª Conferência Nacional de Cultura, em novembro, em Brasília.
A ministra disse que as discussões a partir dos grupos de cultura tradicional, das autoridades municipais, estaduais e do governo federal que atuam na cultura podem ensejar uma proposta a ser defendida no Congresso Nacional.
"Gostaria muito que na 3ª Conferência Nacional de Cultura chegássemos muito juntos. Temos de ter uma estratégia para o Pré-Sal. Metade vai para a educação. E 50% vai ser dividido entre outras seis áreas. Nós temos de organizar bem! Com a ajuda dos estados, das capitais, vamos fazer alguma coisa juntos. A raiz da cultura brasileira apoiando, é certo que vamos conseguir!", discursou a ministra.
Aceitação
A ideia foi aplaudida pelos participantes do encontro. Na cerimônia com a ministra estavam presentes e falaram ao público a secretária da Cidadania e da Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, o diretor regional do SESC/SP, Danilo Santos de Miranda, o presidente de honra do Fórum para as Culturas Populares e Tradicionais, Mestre Alcides; o Secretário Municipal de Cultura de São Paulo, Juca Ferreira, e o secretário estadual Marcelo Araujo.
Também presentes no evento o secretário de Políticas Culturais, Américo Córdula, o presidente da Fundação Cultural Palmares, Hilton Cobra, mestres e mestras da cultura popular, lideranças indígenas, quilombolas, artistas, gestores culturais, representantes da sociedade civil nos conselhos e colegiados de cultura e o público interessado no tema.
O evento teve início no dia 1º e se estenderá até o dia 6 de outubro, próximo domingo. Esta é a 7ª edição do encontro tem a finalidade de avaliar as políticas públicas de cultura implantadas nos últimos dez anos e de propor diretrizes para o fortalecimento das ações.
A iniciativa foi concebida pela Rede Nacional de Culturas Populares e é executada pelo Ministério da Cultura e vários parceiros, com apoio da Universidade de Brasília (UnB), do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para a Inclusão na Ensino Superior (INCT) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Sesc.
Homenagem

Logo na chegada, a ministra recebeu de Lucas Alves uma gola de Maracatu, vestimenta típica, símbolo do folguedo mais forte da zona canavieira e também um mamulengo. Marta ficou agradecida com a homenagem, vestiu a roupa imediatamente. Disse: "Colocar essa roupa é muito emblemático! Ela vai ficar comigo, no meu gabinete!"
Além de tratar da pauta do encontro (discussão sobre culturas populares), em sua fala ao público, a ministra Marta destacou que hoje o Ministério da Cultura trabalha sob três eixos: aprovar leis estruturantes para o setor (Vale-Cultura, PEC da música, fiscalização do Ecad, entre elas), inclusão (com editais para negros, indígenas, ciganos, mulheres e outras ações) e ampliação do "soft power" brasileiro.



Veja mais fotos do evento




quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ENCONTRO DE CULTURAS POPULARES E TRADICIONAIS

 Diversidade
Por seu próprio processo de formação histórica, o Brasil tem a  diversidade como marca de sua sociedade e sua cultura. Povos indígenas de línguas e culturas diversas, ocupantes originários do território, que ao longo de séculos foram sendo massacrados ou empurrados para o interior, longe da costa, à medida que esta era sucessivamente ocupada por conquistadores e colonizadores de origem europeia, até consolidar-se como domínio português. Milhões de africanos de nações com as mais diversas formas de organização social, línguas e culturas, para cá trazidos como mão de obra escrava para sustentar o empreendimento econômico colonial. Enfim, o elemento europeu, de inicio apenas alguns poucos milhares de povoadores, que progressivamente conseguiram impor pela violência o seu domínio, tornando-se a força hegemônica que definiria o Brasil como parte da civilização ocidental e cristã.
É do amálgama dessas diferentes matrizes, em suas mais diversas combinações, que se formaria um povo brasileiro, sem que, no entanto, a presença de suas manifestações  culturais encontrasse  um lugar legitimo na cultura do país. Se aos povos indígenas ainda se reconhecia uma cultura própria, seria num lugar apartado e segregado com relação ao que sempre se considerou cultura nacional. Quanto aos negros africanos e seus descendentes, a condição escrava lhes negava por princípio qualquer possibilidade de expressão cultural, sendo antes classificados como mais ou menos boçais, adequados ou não ao trabalho, segundo o seu grau de assimilação da cultura de seus senhores. Esta visão, fruto da dominação material e da violência simbólica, se refletiu de forma inequívoca na definição da cultura brasileira. Ainda que a maioria do povo brasileiro seja constituída pela mistura étnica e racial dos integrantes de nossas matrizes formadoras, apenas uma elite branca, de origem europeia, ocidental e cristã, teve direito ao reconhecimento de suas “letras” e “belas artes” como expressão da cultura brasileira.  


Cultura popular
Por muito tempo, à “cultura do povo”, “cultura popular” -  ou,como hoje preferimos dizer, “culturas populares e tradicionais” – coube apenas, dentro de uma visão hierárquica da cultura,  ocupar o lugar de “folclore”, num sentido muito peculiar e pejorativo que se associou ao termo. Caracterizava-se assim o que era considerado como velhas tradições do passado, fragmentos desconexos de superstições, lendas e crendices, também presentes  em folias e folguedos para diversão de gente pobre.  Coisas “ curiosas”, talvez, até mesmo “veneráveis” para espíritos conservadores mais românticos, mas sem nenhuma relevância para a cultura e arte “verdadeiras”. Ainda que tais questões fossem objeto de estudo e acaloradas discussões desde fins do século XIX, no plano institucional das políticas públicas de cultura, tal visão só veio a mudar de fato nos últimos 10 anos.
 Um novo lugar para as culturas populares e tradicionais passou  a ser reconhecido desde que, a partir da gestão de Gilberto Gil à frente do MinC, produziu-se uma vigorosa inflexão na própria concepção da cultura. Com inspiração na Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural da UNESCO, aprovada em sua Assembleia Geral em 2001, que reconhecia a diversidade como patrimônio  comum da humanidade e os direitos humanos como fundamento dessa diversidade, a cultura passava a ser compreendida como inseparável da vida social em seu conjunto. Entendida como universo simbólico que permite aos seres humanos dar sentido à sua experiência do mundo e às formas de seu convívio social, a cultura é vista  como elemento que permeia os modos de agir e de pensar, as ações, as ideias e os valores  de uma dada sociedade. Por isso mesmo, ela é também um fator que influencia o desenvolvimento econômico. E, no plano político, é um direito de cidadania poder produzir e usufruir da cultura. Assim, sob essa nova visão, as culturas populares ganham o direito de ser incluídas no âmbito das políticas públicas de cultura, sendo representadas em um colegiado próprio no Conselho Nacional de Política Cultural, ao lado de outros colegiados setoriais, como os de cultura indígena ou afro-brasileira, entre outros.

O Encontro reunirá detentores dos conhecimentos tradicionais e das expressões culturais populares de todo o país, além de artistas, lideranças comunitárias e representantes desse segmento no Conselho Nacional de Política Cultural e em outras instâncias de pactuação da sociedade civil com o Estado. Uma mostra cultural abordará a produção artística, a culinária, o artesanato e a religiosidade tradicionais, além de outros aspectos fundamentais desse universo simbólico. O objetivo principal é o de vivenciar profundamente a diversidade cultural brasileira, abrangendo as Culturas Populares, o Artesanato, o Hip Hop, as Culturas Indígenas, o Circo, o Teatro de Rua, o Patrimônio Imaterial, as Culturas Afrobrasileiras, Povos de Matriz Africana e outros Povos e Comunidades Tradicionais.
Encontro de Culturas Populares e Tradicionais - Inscrições Abertas

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Ditadura Disfarçada de Democracia.

Hoje ouvindo o Renato Aragão (palhaço Didi) falando no programa " Na Moral" do Jornalista Pedro Bial, sobre as questões de ações que a censura fazia durante o período da ditadura militar Brasileira, e me remeteu a uma pergunta, qual a diferencia da ditadura militar para o dias de hoje em relação a censura? é que nos dias de hoje ela a censura se torna muito mais perigosa, estamos vivendo uma falsa sensação de "liberdade" .

No período da ditadura tínhamos a plena consciência que seriamos censurado e que teriam pessoas prontamente trabalhando para censurar as nossa ideia, tinamos consciência que falar o que pensávamos e meia dúzias de verdades seriam reprimidas.

E hoje?
hoje temos um censura disfarçada de democracia, e ao meu ver muito mais perigosas e ariscadas do que no período da ditadura. hoje em pleno 2013 temos artistas de rua sendo proibidos de se apresentar nas ruas, manifestantes sendo presos e acusado de vandalismo, lideres de movimentos culturais e de manifestações sendo presos e investigados, pessoas sendo retiradas de seus lares e comunidades e seus paradeiros desconhecidos.

Estamos vivendo uma falsa sensação de liberdade, a dia que passa estamos sendo mais sufocados e nossos diretos civis sendo cada vez mais sendo proibidos e limitados dentro desta ditadura disfarçada de democracia, estão usando a democracia pra criar leis e proibições que cada vês mais só beneficiam os poderosos. ou a gente acaba com esse urubus que estão nos parlamentos brasileiros ou o Brasil vira uma democraciaditatorial.

#ficaadica #acordabrasil #ditaduranao #ditaduradesfarçada

terça-feira, 27 de agosto de 2013

LEI CULTURA VIVA APROVADA na Câmara dos Deputados do Brasil!

A Lei Cultura Viva acaba de ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados do Brasil!!!!

Agora o projeto vai direto para o Senado. Se aprovado, segue para a sanção presidencial!!!


Esta é uma demanda real da sociedade civil, protagonista do Programa Cultura Viva que foi desenvolvido pelo Ministério da Cultura e engendrou em rede cerca de 4 mil iniciativas culturais. Envolveram em suas atividades cerca de 8 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em pesquisa realizada no ano de 2009.

Assim sendo, a Lei Cultura Viva é mais que a consolidação de um programa, representa uma nova forma de governos se relacionarem e dialogarem com a sociedade. Uma sociedade que há muito tempo já faz, seja diretamente pela cultura ou outros campos da vida, trabalhos em comunidade. E agora quer ser reconhecida em seu protagonismo e em suas formas de autogoverno, mais autonomas e descentralizadas.

Saiba mais sobre o processo de tramitação da Lei no Infográfico:

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=530794973656891&set=a.411812745555115.88901.411276908942032&type=1&theater
Saiba mais sobre a Lei:

O que são Pontos de Cultura?

Iniciativas culturais independentes, comunitárias e auto -gestionadas, articuladas  em rede, desenvolvidas com autonomia e protagonismo pela sociedade civil.

Ponto central da Lei:


Cria mecanismos permanentes - Pontos de Cultura como instrumento do estado- para uma política cultural baseada no reconhecimento e apoio do Estado às manifestações, linguagens e formas de expressão independentes e comunitárias.

Para quem?

Entidades, grupos, coletivos e processos culturais de arte , cultura e comunicação de caráter independente e comunitario, informais e formais

Por que?


Para os coletivos dizerem não somente “o que querem” (ou necessitam), mas “como querem”, e assim recebem meios para essa execução direta; Para estabelecer novas formas de relacionamento entre governos e sociedade. Uma sociedade que há muito tempo já faz e que agora quer ser reconhecida em seu protagonismo e em suas formas de autogoverno.

Como:


Desburocratizando e simplificando o processo de financiamento e prestação de contas de entidades, grupos e coletivos culturais com programas do Estado.

Cadastro Nacional de Pontos de Cultura (a exemplo do currículo Lattes, do CNPQ, ou de cadastro de entidades assistenciais),

Prestação de contas:


No lugar de de convênios burocráticos, contratos e prestação de contas por resultados e com controle comunitário.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Seleção de elenco - Filme Pelé

Estamos fazendo um filme sobre a vida do Pelé. E estou enviando um anexo do flyer para, se possível, colocarem em seu mural para os interessados se  inscreverem ou indicarem amigos que tenham interesse.

Obrigada pela ajuda.


MONIQUE ACIOLI

Estagiária de produção de elenco

Escritório (21) 3594.3168 / 3594.3165

Celular (21) 8060.1543

terça-feira, 23 de julho de 2013

Inscrições abertas para a II Conferência Municipal de Cultura do Rio

A II Conferência Municipal de Cultura da Cidade do Rio de Janeiro (CMCRio) será realizada nos dias 5 e 6 de agosto, no Centro Cultural João Nogueira – Imperator. O tema será “Uma política de Estado para a cultura: desafios do Sistema Nacional de Cultura” abordado a partir dos seguintes eixos:
I) Implementação do Sistema Nacional de Cultura;
II) Produção Simbólica e Diversidade Cultural;
III) Cidadania e Direitos Culturais;
IV) Cultura e Desenvolvimento.
O objetivo será debater perspectivas e estratégias sobre políticas culturais. A programação é composta por palestras e grupos de trabalho. Especialistas do poder público e sociedade civil compartilharão conceitos e experiências com os agentes culturais. Os grupos de trabalho tratarão de aprofundar cada eixo temático visando a elaboração de propostas.
A partir desta iniciativa serão escolhidos os delegados que representarão o município do Rio de Janeiro na II Conferência Estadual de Cultura.
O evento será uma etapa preparatória para a III Conferência Nacional de Cultura prevista para acontecer em novembro de 2013, na cidade de Brasília, conforme as diretrizes do Sistema Nacional de Cultura.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

SMC - Secretaria Municipal de Cultura Cultura Lei Municipal de Incentivo à Cultura

Inscrições abertas para produtores e incentivadores
Lei do ISS: Inscrições para projetos culturais e patrocinadores

Nesta sexta-feira, dia 26, às 18h, a Secretaria Municipal de Cultura começa a receber inscrições de projetos e de patrocinadores no âmbito da nova Lei Municipal de Incentivo à Cultura, que utiliza recursos do ISS – Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza. O prazo vai até 12 de maio para contribuintes incentivadores e até 26 de maio para produtores culturais. O apoio à realização de projetos culturais por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura faz parte do Programa de Fomento à Produção Cultural Carioca, gerido pela Secretaria Municipal de Cultura, que tem por objetivo promover o desenvolvimento do setor cultural na cidade e a democratização do acesso à cultura.

A Lei do ISS é destinada a produtores culturais e contribuintes incentivadores sediados no município do Rio de Janeiro. Para participar, os produtores e os contribuintes deverão preencher no site a ficha de inscrição.

 Editais e anexos abaixo:

http://www.rio.rj.gov.br/web/smc/exibeconteudo?article-id=3782407

sexta-feira, 10 de maio de 2013

O que se esconde atrás do caso Marco Feliciano da Comissão de Direitos Humanos

Nestes meses de março e abril de 2013 temos lido, ouvido e assistido a um episódio sem precedentes no Congresso Nacional, que coloca em evidência a relação religião-política-mídia. Em 5 de março foi anunciada pelo Partido Socialista Cristão (PSC), a indicação do membro de sua bancada o pastor evangélico deputado federal Marco Feliciano (SP) como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Federal (CDH). Foram imediatas as reações de grupos pela causa dos Direitos Humanos ao nome de Marco Feliciano, com a alegação de que o deputado era conhecido em espaços midiáticos por declarações discriminatórias em relação a pessoas negras e a homossexuais. O PSC se defendeu dizendo que seguiu um protocolo que lhe deu o direito de indicar a presidência dessa comissão, um processo que estava dentro dos trâmites da democracia tal como estabelecida no Parlamento brasileiro. Isto, certamente, é fonte de reflexões, em especial quanto ao porquê da defesa dos Direitos Humanos ser colocada pelos grandes partidos como “moeda de troca barata”, como bem expôs Renato Janine Ribeiro em artigo publicado no Observatório da Imprensa (n. 740, 2/4/2013). Soma-se a isto o fato de o deputado indicado e o seu partido não apresentarem qualquer histórico de envolvimento com a causa dos Direitos Humanos que os qualificassem para o posto. 

Reversão de valores é isso?




A rede Bobo de televisão é muito FDP mesmo, na sua novelinha das 21hs, uma personagem passa a novela inteira tentando achar a mãe, e fica todo feliz quando acha a sua suposta mãe que estar presa, e vai a delegacia paga a fiança, a leva para jantar em um restaurante chega e dar dinheiro a suposta mãe, ate que descobrir que ela não é a sua mãe.
Quando descobre que a sua verdadeira mãe mora em uma determinada comunidade “favela” se recusa a receber a mãe e os irmãos, saindo chorando e se recusando a receber sua família. Por ter vergonha de sua família.
Uma total falta de respeito, uma reversão de valores pregada dela rede bobo, ao meu entender ela quis dizer que é melhor ter uma mãe “bandida” do que uma que more na favela é isso?
Lamentável...