sábado, 7 de junho de 2008

Grupo de Bacamarteiro - Beato José Lourenço

Foi formado a partir do trabalho da União dos Artistas da Terra da Mãe de

Deus, na comunidade do bairro João Cabral. É guiado pelo mestre Cachoeira

Que também é palhaço Mateus e brincador antigo dessa manifestação.

Tradicionalmente é uma dança masculina, embora hoje em dia possa se ver a

Participação de mulheres e crianças. Como todos os grupos da União, os

Bacamarteiros também buscou uma linguagem própria para a elaboração das

Roupas, usando elementos naturais como semente s e palha, foram feitos os

Chapéus, e as sandálias. As musicas são puxadas pelo "comandante" que

''tira'' versos de improviso, que são respondido ao som de tiros de

bacamartes, este folguedo genuinamente Brasileiro, surgiu como uma forma

de comemorar o retorno dos soldados que lutaram na Guerra do Paraguai

1864, usado para saudar o retorno do exercito. Os atiradores de bacamarte

Estão sob a direção de um comandante. Durante as apresentações, eles

Disparam suas armas, munidas de pólvora seca. Mas é em ritmo de forró que

Começa a apresentação. Cantando e dançando, os Bacamarteiros se preparam

para as "batalhas" o Grupo contem 10 integrantes.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Não Percam!
Única Apresentação!
O ingresso será distribuído apartir de 13hs.
Qualquer Duvida (88) 8822-7239
Agradecido
Leandro Oliveira

sexta-feira, 18 de abril de 2008

REPASSANDO. Fabricamos e vendemos Sapatos de Palhaço EM COURO.



Sapateiro, e brincante da arte a mais de 20 anos, Zé Nilton aprendeu desde cedo a produzir os seus próprios materiais de trabalho, com experiência em arte-educação atuando há vários anos com grupos populares e participando de cursos e oficinas junto a profissionais da área. Hoje atua na fabricação de produtos circenses e de brinquedos populares, vendo que no mercado há uma escassez desses tipos de material, em 2002 começou a fabricar sapatos de palhaço, aperfeiçoando essa técnica cada vez mais. 

AS FOTOS DE MODELOS DOS SAPATOS PODEM SER CONFERIDAS NO NOSSO BLOG OU NA PAGINA DE ALBUM DO ORKUT!  

Trabalhamos, os com três tipos de sapatos:

Modelo básico: Feito em couro forrado, duas cores no Maximo, poderá ser pedido com xadrez na ponta, solado comum (borracha) sem espuma de conforto.

Modelo seleção: Feito de couro forrado, ate três cores, poderá ser pedido com xadrez na ponta, solado pororati (resistência de pneu), sem espuma de proteção.

Modelo especial: Personalidade é o que não lhe falta, pois este é o nosso modelo mais elaborado. Couro forrado, ate Cinco cores, solado pororati (resistência de pneu), sapato com tamanho um pouco mais alto, espuma de proteção.

FAZEMOS TANTO MASCULINO COMO FEMININO! 

Todos os modelos poderão ser escolhidos, o Tamanho, o modelo da ponta do sapato. (quadrado, redonda, xadrez, etc.).

Por ser feito manualmente, a fabricação leva em media de 2 a 3 dias e o tempo de entrega é relativo ao frete. Sedex ou PAC.

 Fabricamos também por encomenda de todas as cores, modelos e tamanhos. Para a encomenda é necessário escolher as cores (5), o modelo (ponta quadrada, arredondada, ponta com xadrez, etc.) e o tamanho, montando seu próprio sapato personalizado Aguardo o seu Contato!


José Nilton

(88) 9998-8305 TIM / (88) 8862-5529 


FACEBOOK.
https://www.facebook.com/zenilton.souza.923

Pessoas, 
não sou eu quem faz os sapatos, por gentileza entre em contato direto com o artesão 
agradecido 


terça-feira, 15 de abril de 2008

CIRCO PÁTRIA ARMADA.

(Pedro Osmar). 15.04.2008. Sumaré, SP.
Pois é, o palhaço foi preso
o palhaço da vida
o palhaço da graça e do riso
o palhaço da rua de seu tempo
o palhaço cujo lenço e documentosão
a sua arte.
Foi preso por outros palhaços
outros palhaços do "Circo da Morte"
do circo de horroresdo
circo das dores como pedras
pedras da ruapedras encontradas nos gabinetes
pedras que montanham os coraçõesdesses gabinetes.
Corações que nunca choram
nem riem
nem sentem a brisa leve
da vida popular
de artistas como o Palhaço Espaguete
E o povo, o que fez?
assistiu e apenas sorriu?
assistiu e se indignou?
assistiu ao "Drama do Palhaço"
aos dramas e comédias da cidade
e apenas deu as costas
e foi embora?
Vivemos um "Circo Tumor Social"
em que a polícia é também o palhaço do dia
e onde os artistas se divertem e chamam a atenção
apenas quando são presos em praça pública
e aparecem na TV e nos jornais
do noticiário policial.
E hoje, tem espetáculo!
a qualquer momento,
em edição extraordinária,
tem espetáculo!
No Circo Eletrônico da TV
na novela social "Duas Caras"
ou tantas máscarasou
sangue derramado
nos shopings da cidade.
A graça o sorriso
a alegria
foram trancafiadas
e esperam liberaçãoàs oito.
Viva o Brasil!

sexta-feira, 11 de abril de 2008

CAROS COMPANHEIROS...

ESSA FOI BRABA! VEJA AS FOTOS! ESSA LASTIMÁVEL OCORRÊNCIA ACONTECEU NA CIDADE DE CAMPINAS INTERIOR DE SÃO PAULO, NÃO PODEMOS DEIXAR QUE AS AUTORIDADES TRATEM OS NOSSO ARTISTAS POPULARES DESTA FORMA! MANIFESTAÇÃO VAI SE AMANHÃ NA PRAÇA DO CENTRO DE CONVIVÊNCIA DE CAMPINAS A PARTIR DAS 8 HORAS COMO ESTÁ NO PANFLETO. VAMOS, VENHA PROTESTAR CONOSCO... O SER TORNA-SE HUMANO QUANDO CONHECE E LUTA PELA SUA ARTE! GRANDE ABRAÇO LEANDRO OLIVEIRA

quarta-feira, 26 de março de 2008

Caixa lança primeiros editais para Festivais de Teatro e Dança

O edital prevê patrocínio a 20 projetos de teatro e 12 de dança durante o período de maio a dezembro de 2008 Da Redação Caixa Econômica Federal abre, pela primeira vez, edital para a seleção de projetos de festivais de teatro e dança. As inscrições para o processo seletivo vão até 31 de março. O edital prevê patrocínio a 20 projetos de teatro e 12 de dança durante o período de maio a dezembro de 2008. Para participar da seleção, as propostas deverão ser apresentadas por pessoa jurídica cuja natureza contemple a realização de eventos culturais e que atenda às exigências publicadas no edital. Os interessados devem enviar, via Correios (correspondência registrada, com aviso de recebimento e data de postagem), formulário de inscrição e planilha orçamentária preenchidos, bem como a documentação exigida no edital. A seleção atenderá a critérios como perspectiva de contribuição ao enriquecimento sociocultural da comunidade, caráter de responsabilidade social, análise da concepção geral do projeto, currículo do proponente e das companhias integrantes e, também a programação, a expectativa de interesse do público e a adequação orçamentária. O nome do projeto e o valor concedido serão divulgados até 25 de abril no site da Caixa Cultural (www.caixacultural.com.br). Os participantes cujos projetos não forem selecionados poderão recorrer da decisão. Novidade O processo de seleção para patrocínio de festivais de dança e teatro é uma novidade da CEF para este ano. O apoio cultural da Caixa também prevê os já tradicionais processos seletivos para ocupação dos espaços da Caixa Cultural e Adoção de Entidades Culturais. No último ano, a CEF investiu cerca de R$ 30 milhões em projetos de arte e cultura. Em 2008, serão aplicados R$ 2,9 milhões em recursos para os festivais de dança e teatro. A CEF também prevê o lançamento, em caráter experimental, do Programa de Apoio ao Circo Brasileiro.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Reisado encena dança divina nas ruas do Cariri

Os integrantes dos Reisados mirins Menino Deus (União dos Artistas) são formados para seguirem a tradição no Cariri (Foto: Leandro Oliveira)
Dia de Reis está presente no inconsciente coletivo dos moradores das terras interioranas do Nordeste do Brasil Juazeiro do Norte. Hoje é Dia de Santos Reis. No Cariri é mais que uma religião para alguns dos brincantes. Classificam como dança divina. Uma reverência dada ao Menino Jesus e aos três Reis Magos que vieram do Oriente. A saudação começa cedo, cortejos de grupos de tradição popular por comunidades das cidades caririenses são comuns. Os brincantes se preparam. Em Juazeiro, a tradição se fortalece nos bairros João Cabral e Horto, onde se encontram vários grupos que encenam o Reisado. No município do Crato, o cortejo começa à tarde. Este ano, os grupos de tradição popular do Crato se reúnem na sede do Instituto Cultural do Cariri (ICC), às 15 horas, onde será realizada a solenidade de posse dos novos acadêmicos do Instituto, nas cadeiras Dedé de Luna e Zé de Matos. A festa é uma continuidade do Natalício de Jesus. Em Juazeiro do Norte, as comunidades também se reúnem no Centro da cidade no fim da tarde. As manifestações da cultura acontecem a partir das 19 horas no Santuário Diocesano. O secretário de Cultura, Renato Dantas, classifica como positiva a programação, no sentido de fortalecer as tradições populares e a religiosidade. A queima de palhinhas é uma tradição antiga mantida na região. Faz parte das homenagens prestadas ao Menino Jesus. Pode ser feita durante todo o mês de janeiro, em qualquer data, a depender do dono da casa ou quando a festa é da população. Uma festa de rara beleza e encanto. No Crato, segundo o presidente da Fundação Mestre Elói, Cacá Araújo, a mestra da Cultura Zulene Galdino e a Mestra Mazé de Luna dão continuidade ao ritual. A “Tiração de Reis”, nome que não é muito comum se ouvir pelas bandas de cá, remonta séculos de tradição. Chegou no Brasil por meio de influência ibérica, mas vem de antes. Os Mouros deram a base. No Brasil, as influências das culturas do negro e do índio fazem mais forte essa resistência. São inúmeras danças. No Reisado várias podem ser classificadas. Para os estudiosos, um trabalho que merece estudo, concentração e uma formação para desenvolver a Folia de Reis, sem fugir dos seus traços originais. O presidente da Associação dos Artistas da Terra da Mãe de Deus, Carlos Gomide, no bairro João Cabral, destaca a necessidade de formação, para que novos mestres venham trazer o conhecimento do Reisado para os integrantes o que representa cada personagem dentro da peça. Um reisado mirim está sendo formado na associação. As crianças recebem orientações de brincantes que já têm décadas de experiência. A Fundação Mestre Elói, no Crato, há anos reúne a diversidade do folclore e o Dia de Reis passa a ser uma data tradicional no calendário da cidade. No João Cabral, em Juazeiro, por cerca de três anos, um grande palanque, chamado de trono, era montado na praça do CC. Uma grande confraternização entre os grupos de tradição popular. No trono, faziam apresentações, lanchavam bolo com suco. Era uma espécie de grande apoteose. Os organizadores não se animam muito em dar continuidade ao evento, mas a festa continua nas ruas, nas casas, nos terreiros. O Dia de Reis está presente no inconsciente coletivo dos moradores das terras interioranas do Nordeste do Brasil, como data em que deve ser mantida a reverência, com uma grande alegria contida nos corações e um dever de quem leva muito a sério essa forma de manifestação, o brincante. Elizângela SantosRepórter Mais informações: União dos Artistas da Terra da Mãe de Deus
(CE) (88) 3571-2176

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Video Canto Furtuito - Boi para as Criança

Grupo Musical Canto Fortuito

O filósofo Cláudio Ulpiano dizia que os pássaros têm quatro tipos de canto: o canto de acasalamento, o canto de demarcação de território, o canto de algazarra e o canto fortuito que é quando os pássaros cantam simplesmente por cantar, esse é o canto mais belo de todos e é por ele que os homens se encantam e aprisionam os pássaros em gaiolas. O nosso Cantar é Fortuito. É o nosso desejo de fazer o que mais gostamos: Tocar e Cantar belas musicas que nos alimentam e nos dão forças para prosseguir. “Canto Fortuito”, apresentamos um trabalho autoral inédito, inspirado na cultura popular Brasileira. Do coco ao xote, do baião a ciranda,da marcha ao carimbó e do boi ao samba.Toda a riqueza dos diversos ritmos de nosso país estão presentes na música que fazemos.A maioria das músicas é de Carlos Gomide da Cia. Carroça de mamulengos.
Maiores informações e contratação

Grupo Musical Zabumbeiros Cariris

O Cariri tem na cultura sua maior fortaleza, fonte de indiscutíveis riquezas e que constituem um grande patrimônio tanto para o estado do Ceará quanto para o Nordeste. Terra de grandes mestres da cultura popular, a região apresenta uma musicalidade bastante marcada por elementos de tradição oral, que influenciam cada vez mais novas gerações de músicos e artistas, que buscam no universo da tradição nordestina a matéria-prima para seus trabalhos artísticos. É nesse contexto que surgem os Zabumbeiros Cariris. Formado desde outubro de 2002, na cidade de Juazeiro do Norte, e unindo músicos de gerações e influências diferentes, o Grupo desenvolveu seu trabalho musical mergulhado neste vasto imaginário nordestino, ainda preservado nos inúmeros folguedos da cultura popular presentes na região. Com um repertório autoral, formado por temas instrumentais e canções cujas letras nos remetem a fatos históricos do Cariri, como, por exemplo, a saga do Caldeirão do Beato Zé Lourenço, os Zabumbeiros Cariris apresentam uma música simples e vigorosa, baseada na sonoridade de instrumentos típicos da região, como o zabumba, o pífano e a rabeca. E assim, os Zabumbeiros Cariris vão trilhando seu caminho, cada vez mais consciente da importância da música que fazem, música nordestina, música mestiça, música brasileira.
Maiores informações e contratação Leandro Oliveira: contatoleandroproducao@gmail.com

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Estórias Pintadas

No espetáculo Estórias Pintadas, Rebeca Queiroz apresenta contos brasileiros de domínio público, pintados, contados e cantados criativamente. Tudo começa a partir de um grande e colorido livro de pano, de onde saem pinturas que retratam com poesia as estórias contadas, estimulando a imaginação e a participação do público. Surgem outros elementos como envelopes, mágicas e uma caixa repleta de objetos que dão vida aos personagens, Aos poucos as ilustrações deixam o livro para compor o cenário e a memória do público. A música popular singularmente Brasileira entra em cena em Estórias Pintadas com a beleza da sanfona e o som particular da Rabeca que completam o universo lúdico que compõe este espetáculo. Quando a apresentação termina, podem-se ver no cenário, as pinturas das histórias contadas penduradas em um varal.
Rebeca Queiroz Viveiros de Castro, É natural do Rio de Janeiro – RJ. Desde pequena teve contato com teatro e circo. Participou da oficina de técnicas circenses na Escola Nacional de Circo/RJ e integrou a Companhia mambembe Carroça de Mamulengos, vivenciando a linguagem popular por diversos Estados Brasileiro, particularmente o Ceará onde a Cia. fixou sua sede. Formou a Companhia “Tem sim sinhô!”, junto com o Palhaço Siriguela, Cia. Da qual participou durante quatro anos e acumulou mais de 130 apresentações. Atualmente reside no Rio de Janeiro.
Maiores informações e contratação

Cia. Riso Ambulante

A Cia. Riso Ambulante, dirigida e atuada pelo ator e Mamulengueiro, Thiago Bresani, viaja pelo Brasil em uma Veraneio 1981 "esperança", apresentando seus 2 espetaculos o de palhaço onde pratica as artes circense com seu palhaço Balero no espetaculo "Circo de Retalho" e o mais atual de Mamulengos "Benedito brasileirinho da silva" apresentando por onde passa em escolas, ruas e praças desse emenso Brasil. A Cia nasceu em Brasília 2005, depois que Thiago teve grande contato e vivência com o grande Mestre Zezito , multi artista de Juazeiro do Norte, no mesmo ano a Cia. Riso Ambulante parte para Juazeiro do Norte-CE. Passando por 5 estados do nordeste e participando de Festivais e Mostras de arte. "objetivo é estar vivenciando a cultura popular de perto, convivendo verdadeiramente com os seu mestres, acompanhendo o seu trabalho no Dia-Dia" (Thiago), em Pernambuco Thiago ficou 2 meses na zona da mata pernambucana, convivendo com o Mestre Zé de Vina, Mamulengueiro de longa data Fundador do grupo Mamulengo Riso do Povo em 1957. recem chegado do Maranhão onde teve a oportunidade de mostrar o seu trabalho em uma belissima temporada, a Cia. agora desembarca em Buenos Aires, Argentina, onde Thiago pretende mostrar o seu trabalho, deseja fazer uma especialização em Teatros de bonecos. Boa Sorte companheiro. Maiores informações e contratação

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Totonho & Os Cabra

Compositor, produtor e cantor, Totonho nasceu em 1964, na cidade de Monteiro, na Paraíba. Lá foi vendedor de buchada de bode e assistiu á muitas cantorias de repentistas da região. Foi quando teve seu primeiro contato com a música. "Minha casa vivia cheia de gente, então me acostumei a vê-los pela casa. Você sabia que Monteiro foi durante muito tempo considerada a Meca dos repentistas nordestinos?" Com nove anos de idade, Totonho montou a banda Os Renegados, que tocava com latas (guitarra de lata, bateria de lata e afins). "Foi ali que começou tudo e me tornei compositor". Em 82 resolveu que queria mesmo seguir a carreira de músico. Foi para João Pessoa, onde fundou o Musiclube da Paraíba, uma cooperativa de compositores por onde passaram nomes como Chico César, Jarbas Mariz e os irmãos Pedro Osmar e Paulo Ró, entre outros. Durante cinco anos, Totonho participou do projeto Tocar Por Prazer (um grupo de baixistas, guitarristas, vocalistas, compositores, etc...) cantando e tocando violão em João Pessoa. Nesse mesmo período cursou Faculdade de Arte e Educação e deu início à um trabalho social, junto às comunidades. Já premiado e conhecido como um dos melhores compositores da região, no final de 88 foi para o Rio de Janeiro fazer uma pós-graduação e tentar a vida como músico. Enquanto isso Totonho continuava compondo e em 96 abriu shows de Geraldo Azevedo, João Bosco e outros. No final do ano se uniu com outros músicos formando Totonho e os Cabra. Depois de participar e se classificar no Projeto Pixinguinha, estreou em março de 97 uma turnê por sete capitais brasileiras. Depois foi ocupando os espaços possíveis no Rio (festas, bares, circuito "alternativo baixo", todo canto como ele mesmo diz). Até que em 99, uma demo foi parar nas mãos do produtor musical Carlos Eduardo Miranda. O resultado foi o álbum homônimo Totonho e Os Cabra, que mostra bem a cara do dono. "Sou melhor compositor. Eu parto da palavra: daí faço uma frase, desmancho, faço outra, mudo, transformo, busco um sinônimo... Eu sou tipo um pedreiro que vai quebrando um tijolo até ele caber em sua construção." Maiores informações e contratação