sábado, 24 de outubro de 2009

FESTA DA LAURA

Nesse sábado, dia 24 de outubro, um sobrado vai balançar com muitos sapatos dançantes.

Todos estão mais do que convidados para essa festa de apoio ao curta metragem Laura Denver.

Não deixem de ir!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Cosmicomica - Um Evento circo-cientifico.

Oficina de Teatro com as crianças moradores da comunidade do Anil Jacarepaguá, em parceria com o PSF-PROGRAMA SAÚDE DA FAMÍLIA.

Show da Banda Rolo Trio

"Instigantemente livre. Esta pode ser uma das definições para o show da banda Rolo Trio, um passeio "roqueirado" pelas obras de Gonzaguinha, Chico, Moacyr Franco. Sem esquecer Rita Lee, Lulu Santos, Stones, Lennon e - claro! - Raul Seixas. Mais instigante se, além de tudo isso, nos concentrarmos na nova roupagem que Rolo (voz), Thiago Gomes (baixolão) e Bruno Scantamburlo (violão de aço) dão ao repertório bem eclético. Indo muito além da experimentação e da melodia musical, este show é a expressão da liberdade de criar e modificar, do jeito simples que tem que ser. Uma aventura de possibilidades também pode definir o show, que reúne o que há de melhor no dom de executar sons que emocionam: o bom gosto e a coerência aliados ao estilo visceral, que pedem os bons roqueiros. Os músicos, nem tão novos assim, fazem de “Demasiado Humano” a essência da proposta de Nietzsche: um poema a liberdade do espírito sem, necessariamente, acreditar na sua existência." (Rosiane Rodrigues)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Casa da Justiça Divina - Minha Casa.

CASA DA JUSTIÇA DIVINA Ylê kanabogy - nação nagô e jurema O Ilê da Yalorixá Kanabogy - Casa da Justiça Divina, fundada no Recife em 1952 e vindo para o Rio de Janeiro em 1970, está localizada em sede própria, no bairro de Campo Grande-RJ, onde toda a magia de sua casa acontece. Lá está plantada a Cidade da Jurema, de Seu Zé Pilintra, e Maria Luziária. No ritual da Jurema, cultuado em sua casa, encontra-se a grande falange dos Mestres do Catimbó. De norte a sul, leste e oeste, Mãe Kanabogy percorre todo o Brasil, levantando com isto as culturas Milenares e a religiosidade. Entre nagô, xambá, babaçuê, congo, batuque, toré, catimbó, côco, xaxado, carimbó, capoeira, forró, reizado, bumba-meu-boi, boi bumbá, maracatú e toda magia da encantaria do Maranhão e é no catimbó, com a História dos timbozeiros e catimbozeiros, ela faz seus xamãs, mesinhas e garrafadas com a Jurema Preta, anjico, jucá, liambra, etc...
Ela é mais conhecida como Kanabogy, do Axé Gercina de Layrá Docy e Pai Malaquias de Yemanjá Ogunté (Recife-Pe), Rua 40 - casa 20 - Alto José do Pinho - Casa Amarela. Com uma bagagem afro-indígena entre tantas outras de estudo, pesquisa, aconselhamento e orientação. Seus Orixás são Xangô e Oxum. O paralelo e as semelhanças entre Mãe Kanabogy e a religiosidade Afro-brasileira e indígena e suas descendências, é de muita valia para os povos modernos que buscam cultura, aprendizado e conhecimento dos tempos passados e perdidos. O fluxo e intercâmbio da magia Cósmica, entre o domínio do mundo espiritual e o material (Orum-céu e Ayê-terra) fazem da figura de Mãe Kanabogy a vontade da divulgação de sua fé e religião. Oriunda ritualisticamente da nação nagô, do sítio do Pai Adão, tribo nigeriana do povo do iroco vindo para o Brasil. Criadora da Numerologia na Kaballa dos Orixás traz um estudo completo sobre o todo que pode vir do nada, defendendo a tese de que nada se acaba, dos mistérios dos números 0 ao 9. Escolhida no Rio de Janeiro como a Rainha do Catimbó, faz seu ritual de Jurema cultuando os grandes mestres, como o seu Zé Pilintra, Maria Luziária e muitos outros. www.kanabogy.com.br
Veja O Video da Fetas das Crianças.
Vídeo 01

Vídeo 02

Vídeo 03

Já estão abertas as inscrições para as oficinas de Teatro do Oprimido do mês de novembro. Garanta a sua vaga: http://www.cto.org.br/

terça-feira, 20 de outubro de 2009

BNDES inicia seleção para os shows da temporada 2010

O BNDES, com o intuito de fomentar a cadeia produtiva da música e divulgar artistas, intérpretes e composições brasileiras, além de criar canais de difusão para a produção cultural nacional, lançou nesta quarta-feira, dia 7, o edital para a escolha dos 37 espetáculos musicais que farão parte da temporada 2010 do projeto Quintas no BNDES. As inscrições já estão abertas e poderão ser feitas até o dia 20 de novembro.

As novidades da temporada 2010 são a inclusão de quatro espetáculos de música erudita e oito vagas destinadas à música popular brasileira instrumental; além da possibilidade de se fazer a inscrição pela Internet (clique aqui).

O projeto já faz parte da programação cultural da cidade há 25 anos e se constitui em um dos principais instrumentos de interação do BNDES com a comunidade, promovendo de forma efetiva a democratização da Cultura. Nesse período, foram realizadas mais de 950 apresentações, reunindo aproximadamente 280 mil pessoas.

Os shows serão classificados em três categorias: renome, destaque e novos talentos. A remuneração dos espetáculos será de R$ 35 mil, R$ 20 mil e R$ 12 mil, respectivamente. Os espetáculos vencedores serão agendados no período de março a dezembro de 2010, em dia e mês a serem definidos pelo BNDES.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

O programa "SAMBA É COISA SÉRIA" é apresentado todo Domingo ao vivo, traz muito samba, noticias, curiosidades, entrevistas e a alegria e irreverência do comunicador David Rangel e seus personagens.

sábado, 17 de outubro de 2009

Prefeito Zito diz que não discriminou gays, apenas vetou carros de som

Depois de não atender ao telefonema do ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, que protestou contra a proibição, da 4ª Parada da Diversidade LGBT de Duque de Caxias, anteontem, o prefeito José Camilo Zito dos Santos Filho disse que não o atendeu porque “merecia um dia de descanso”. E se justificou:
— Um homem beijando um homem ou uma mulher beijando uma mulher: você ia gostar perto da sua casa?
Zito disse que não vetou a parada, apenas o carro de som, e que, nas últimas três edições, igrejas locais e moradores teriam reclamado de desordem e desrespeito.
— O evento não é uma festinha. Nós vamos às ruas para reivindicar nossos diretos. Ele (Zito) nos evita. Só nos atende nos corredores da prefeitura, e quando nos vê na rua, fecha correndo a porta do carro — explica Charlene, presidente do grupo GPD.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009




Caros..,
No final de semana de 25, 26 e 27 de Setembro, os curingas do Centro de Teatro do Oprimido - CTO, que fica na Av. Mem de Sá 31, Lapa, Rio de Janeiro, estarão ministrando a Oficina de Teatro do Oprimido -  Módulo "A Estética do Oprimido". Uma oportunidade para todos aqueles que desejam conhecer e trabalhar com as técnicas do Teatro do Oprimido, aprendendo e praticando diretamente com os curingas do CTO.  No programa: os princípios básicos da Estética do Oprimido (a última pesquisa concretizada por Augusto Boal junto com os curingas do CTO);  atividades práticas específicas da Estética: palavra (Imagem do poema)  e Imagem em três tempos,  criação de uma cena de Teatro-Fórum. Os participantes serão estimulados, através de meios estéticos, a expandir sua capacidade de compreensão do mundo e as possibilidades de transmitirem os conhecimentos adquiridos, encobertos, inventados ou  re-inventados. Ao final do curso o participante receberá um  certificado da instituição. A confirmação da inscrição será mediante preenchimento e envio da ficha de inscrição e depósito bancário. Mais  informações com Cláudia Simone, nos telefones: 21 2232-5826, 2215-0503 e 9856-5604.
 Horário: sexta de 19 às 22 horas Sábado e Domingo de 10 as 18 horas
Valor: R$ 250,00 reais
 Se você já fez algum módulo da Oficina Aberta de Teatro do Oprimido no CTO, traga seu certificado e ganhe 20% de desconto no valor da inscrição. Inscreva-se já!
 Att,
Equipe Oficina Aberta

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Globo e Record têm concessões renovadas sem debate público

As concessões de TV de quatro emissoras da Rede Globo e duas da Record foram oficialmente renovadas na última quinta-feira (10) pelo Congresso Nacional. Assim, as duas empresas ganham permissão para transmitir suas programações por mais 15 anos. No caso da Globo, esse prazo vai até 2022 e da Record, até 2013. Assim como acontece com os outros processos de renovação de outorga na radiodifusão, não houve a participação dos mais interessados no assunto: o público.
As renovações em questão ganham ainda mais importância por se tratarem de emissoras próprias das duas empresas, que respondem hoje por mais de 60% da audiência de TV no país. Além disso, nos dois casos as outorgas renovadas são para as chamadas "cabeça-de-rede", que centralizam maior parte da produção que é transmitida pelas afiliadas espalhadas pelo país. As emissoras da Rede Globo cujas concessões foram renovadas ficam em Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Já as da Record estão situadas no Rio e em Itajaí (SC).
A análise dos processos, que passam por dois ministérios - o das Comunicações e a Casa Civil - e pelo Congresso Nacional, durou pouco mais de dois anos. Este prazo contrasta com a morosidade registrada para os demais processos de renovação. Há casos de emissoras funcionando com licença vencida há mais de 10 anos.
O fato de essas emissoras influenciarem quase toda a população brasileira parece não ter sido motivo suficiente para uma análise menos burocrática e mais transparente de seus pedidos de renovação das outorgas. Na Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara Federal - uma das principais instâncias que analisam esses casos -, por exemplo, a aprovação das renovações foi unânime. A participação da sociedade no processo se restringiu a uma Audiência Pública na Câmara, em novembro de 2008, que tratou da renovação de um conjunto de várias licenças, entre elas as da Globo e Record.
Embora esta audiência tenha sido um marco no histórico de nenhuma transparência com que são tratados os processos de outorga e renovação de licenças de rádio e TV, a avaliação é de que, individualmente, os processos não foram devidamente publicizados. "Não houve um processo de discussão pública", enfatiza a deputada federal Luiza Erundina (PSB-SP), integrante da CCTCI.
Sem fiscalização
O processo também é alvo de críticas pela falta de fiscalização sobre o cotidiano das empresas. Para João Brant, integrante do Intervozes - Coletivo Brasil de Comunicação Social, essas renovações recém oficializadas referendam um processo que começou errado. "A Casa Civil pediu para que essas emissoras comprovassem o cumprimento dos requisitos mínimos previstos em lei e elas disseram que era função do governo fiscalizá-los", relata.
Ou seja: nem a obediência a critérios constitucionais, como a regionalização da produção e o cumprimento do limite de publicidade em suas programações, foram avaliados porque o Ministério das Comunicações não faz a fiscalização adequada no decorrer do período de utilização do canal pelo concessionário.
Os conteúdos produzidos pelas emissoras de rádio e TV também são pouco ou nada avaliados pelos congressistas e pelo governo no momento de análise de um pedido de renovação de outorga. Para Augustino Veit, integrante da Coordenação Executiva da Campanha Quem Financia a Baixaria é Contra a Cidadania, isso é um equívoco. "Se há denúncias fundamentadas em relação à programação, constitui motivo para não renovar", defende ele.
A campanha elabora anualmente um ranking de programas televisivos que recebem mais denúncias por parte dos telespectadores. Recentemente, os reality shows da Globo, por exemplo, têm sofrido várias reclamações da população. É o caso do Big Brother e do No Limite. "Eles ferem a dignidade dos telespectadores, que se vêem ultrajados", relata Augustino.
A Record, por sua vez, tem sido acusada por discriminação racial. As denúncias que chegam à campanha indicam que alguns programas exibidos na emissora associam a população negra e suas manifestações religiosas ao mal.
Campanha
Apesar de o processo de renovação das concessões destas emissoras ter passado despercebido para a maioria da população, serviu de motivo para que a sociedade organizasse uma campanha para debater o tema. Em 5 de outubro de 2007, data em que venceram as concessões de grandes empresas de radiodifusão (incluindo as da Globo agora renovadas), foram realizados atos por todo o Brasil pedindo democracia e transparência nas concessões de rádio e TV.
As entidades participantes da campanha também produziram documentos exigindo mudanças nos critérios utilizados para concessões e renovações de outorgas. Propuseram, entre outras ações, o estabelecimento de novas licitações ao fim de cada período de concessão, mantendo o direito à atual detentora da outorga de concorrer pela renovação; definição de um contrato específico de concessão de rádio e TV que explicite as obrigações, deveres e direitos do concessionário e a proibição legal de arrendamento, subconcessão e da transferência direta de outorga (seguindo o artigo 223 da Constituição Federal, que estabelece que toda concessão deve ser aprovada pelo Congresso Nacional).
O Congresso não está totalmente indiferente ao tema. Em dezembro de 2008 foi encaminhado ao governo e a outras instituições um relatório produzido por uma subcomissão da CCTCI propondo várias alterações legais sobre o tema. O texto, elaborado pela então deputada federal Maria do Carmo Lara (PT-MG), sugere que os parlamentares aprovem uma Proposta de Emenda Constitucional que "expressamente proíba que parlamentares sejam proprietários, controladores, diretores ou gerentes de empresa de radiodifusão sonora e de sons e imagens", vedação também estendida a qualquer ocupante de cargo público.
O relatório também pede a revogação dos parágrafos 2º e 4º do Artigo 223 da Constituição. O primeiro estabelece que a não renovação de uma outorga de rádio ou TV ocorra somente com 2/5 dos congressistas negando a nova autorização em votação nominal. O segundo estipula que apenas o Poder Judiciário tem a prerrogativa de cancelar uma outorga de rádio e TV.
Para que o relatório saia do papel, porém, a deputada Luiza Erundina acredita que será preciso criar condições políticas para isso. Uma delas é a realização da 1ª Conferência Nacional de Comunicação. Como o tema está contemplado nos eixos temáticos do evento, Erundina espera que a mobilização social ajude a realizar uma revisão do marco legal sobre a gestão do espectro.
Também ajudará nesse processo a reativação da subcomissão da CCTCI de onde saiu o relatório. Desativada desde a aprovação do seu relatório em 2008, voltará a funcionar em breve, com a presidência da deputada Erundina e com a relatoria da deputada Iriny Lopes (PT-ES).
Outras emissoras pertencentes à Record e também outorgas dos grupos Bandeirantes (Band e Rede 21) e RBS - também vencidas em 2007 -, entre outras, serão algumas das próximas a passarem pelo Congresso. O governo já acatou o pedido de renovação para suas concessões e deve enviar os processos à Câmara nos próximos meses. Elas estão com suas outorgas vencidas desde fevereiro deste ano. Como não há expectativa de mudanças no trâmite a curto prazo, é provável que elas sejam aprovadas assim como vem acontecendo há anos: sem a participação da sociedade.
Saiba mais
* Antes de 1988, o Ministério das Comunicações decidia para quem iriam as concessões. Depois da nova Constituição, os processos têm de passar pelo Congresso. Até 1995, porém, a indicação do Executivo ao Congresso daqueles que deveriam ser os concessionários, ainda deixava o processo nas mãos do Executivo.  Isso só mudou com o decreto que estabeleceu o processo de licitação para novas concessões.  O critério principal para se obter uma emissora de rádio ou TV tornou-se o poder econômico.
* A renovação só não acontece se 2/5 do Congresso, em votação nominal, se pronunciar contra.
* Durante a vigência da concessão, a outorga só pode ser cancelada por decisão judicial.
* Um decreto de 1983 garante às emissoras que, caso expire a concessão sem decisão sobre o processo de renovação, o serviço poderá ser mantido em funcionamento, em caráter precário. Basta apresentar o pedido de renovação. Na renovação, não se abre processo para nova licitação.
* O tempo médio de tramitação para as permissões de rádio FM, por exemplo, é de sete anos.
Passo a passo
* A emissora que tem sua concessão em vias de expirar deve manifestar interesse em continuar prestando o serviço de três a seis meses antes da data limite.
* O pedido vai para o Ministério das Comunicações. Ele analisa e envia para a Casa Civil, que, aprovando o pedido, encaminha ao Congresso.
* No Congresso, o processo é analisado pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) da Câmara. Depois de aprovado pela CCTCI, o processo segue para a Comissão de Justiça e Cidadania (CCJ), que também pertence à Câmara.
* Por último, o pedido de renovação da concessão é analisado pelo Senado, por meio de uma comissão interna.
* Esse processo, no caso de emissoras de TV, pode durar mais de três anos. Em casos de emissoras de FM, leva, em média, sete anos.